O transmorfo mutante estacionou o furgão dos correios no alto de um barranco, de onde teria uma visão privilegiada da rodovia Rapôso Tavares.
Ao pisar no breque era apenas um gordo suarento vestindo jeans, camiseta e boné. Logo que abriu a porta mudou de forma para uma louraça alta e magra usando biquini de praia.
Caminhou até a porta traseira do carro de entrega do SEDEX 10, e ao abrí-la mutou novamente, agora em um china-pau de Hong-Kong.
Tirou de dentro do furgão uma imensa bazuca lançadora de mísseis, arma de uso restrito das forças armadas americanas mas que podia ser conseguida fácilmente com alguns dólares na mão e contatos "lá em cima" - afinal o negócio dos EUA sempre foi mesmo vender arma para qualquer um desde que rolasse o cacau, e esse negócio de uso restrito "não pegava" com os eles mesmo...
O chinesinho conferiu a usabilidade da arma e a carregou usando um projétil especial, turbinado com nitroglicerina compacta, que daria para derrubar um edifício inteiro numa paulada só.
Em seguida transformou-se novamente, agora num mágico de Las Vegas usando fraque e cartola.
Procurou um bom posicionamento na estrada.
Sacou um binóculo digital de última geração (também de uso restrito das forças armadas americanas) e começou a observar a estrada, ao mesmo tempo que se alterava para uma menininha de 8 anos fantasiada de Barbarella e usando orelhas postiças do Mickey.
O táxi amarelo em que estavam Marilyn Manson e o Exú da Macumba apontou lá adiante na Raposo Tavares, mantendo sua velocidade de cruzeiro.
- "Ah, lá estão eles. Agora vocês vão saber como se faz um bom churrasco à moda gaúcha".
O transmorfo era do sul, de Rancharia.
Posicionou-se para o tiro e aguardou o momento certo, enquanto o carro se aproximava zunindo na reta.
Dentro do táxi, o Exú confabulava com Manson, suas interpretações particulares da teologia: "Olha, dotô, se Deus existisse não teria colocado todo mundo numa bolha atmosférica só.
Todos respirando o mesmo ar, todos respirando o peido uns dos outros. Esse buraco na camada de ozônio, esse efeito estufa você acha que é provocado só por alguns milhares de carros e uma meia dúzia de fábricas? Isso aí é peido de 6 bilhões de pessoas e tantos outros "bilhares" de outros bichos. É isso que está acabando com o mundo. O peido sai do rabo deles e entra direto no nosso pulmão e na camada de ozônio. Esse mundo já é uma condenação, não é uma glória de esplendor nenhuma. Aqui já é o inferno. Estamos condenados a morrer sufocados pelo peido de milh..."
Nesse momento o mutante, do alto do barranco de terra vermelha, pressionou o gatilho e liberou o petardo.
O míssil zunil no ar deixando um rastro branco e reto de fumaça. Quando Manson percebeu o zunido já era tarde, a explosão que os atingiu foi violentíssima.
Ao bater e explodir o míssil, em meio a uma bola de fogo e fumaça de 10 metros de altura, arrancou o eixo dianteiro e metade da frente do carro, lançando-o no ar fora da estrada com tanta força, que deu quatro cambalhotas antes de cair numa barroca.
Manson foi atirado pela janela, enquanto o Exú permanecera preso ao cinto de segurança, e agora estava pendurado de cabeça para baixo no banco da frente.
Ainda com alguma dificuldade, Manson se arrastou até ele e advertiu: "Vamos sair daqui logo antes que venham conferir se a seviça foi bem feita...vamos!"
O Exú se desvencilhou do cinto, deixando-se cair no teto do carro que estava virado, e foi puxado pelo braço até conseguir sair dalí de quatro e depois ainda cambalendo.
Os dois se apoiaram um no outro e, apesar dos ferimentos se moveram relativamente rápidos em direção a uma mata próxima.
O transmorfo havia se alterado novamente, agora era uma mistura de Kiko do seriado Chaves com robô do Exterminador do Futuro 3, e vinha solenemente em direção do carro em chamas, trazendo a bazuca nos ombros, devidamente recarregada, enquanto Manson e o Exú capengavam desesperados em direção à mata. Nenhuma das pequenas armas quebra-galho que o MI-6 fornecera seriam páreo para a nitro-bazuca do mutante, e nem o cuspe carregado de bactérias deletérias do Exú seria de alguma utilidade.
A situação deles agora era algo com "se correr o bicho pega, se ficar o bicho come".
Ao chegarem próximos do mato, o mutante se posicionava no meio do caminho entre eles e o carro em chamas.
O Kiko exterminador mutante apontou a bazuca, destravou o gatilho e ainda tirando um sarrinho, lascou: "Hasta la vista, baby!"
Nisso uma imensa explosão tomou conta do táxi amarelo virado logo atrás dele.
Um peça voou longe com a força de uma bala de canhão - era a ventoinha do radiador que saíra voando.
Ao encontrar o mutante no caminho o atingira diretamente no pescoço, decapitando-o!
Manson e do Exú ficaram alí, congelados e sem entender o que acontecera, ainda esperando o tiro fatal, que não veio.
O transmorfo permaneceu de pé ainda por um segundo. Primeiro a bazuca caiu de suas mãos, depois a cabeça pendeu do corpo e se soltou completamente. Por fim todo ele caíra.
A ventoína do radiador continuara o trajeto e fora se fincar quinze centímetros numa árvore logo adiante.
Por enquanto, estavam a salvo.
Manson cutucou o Exú: "Foi a diveneixan provideixan!"
"Que nada, apenas uma feliz coincidência..." resmungou o Exú, e "vambora, a única saída para nós é procurar uns conhecidos meus agora...porque para onde quer que você vá, será dedurado por informantes, com certeza."
Continua...
sábado, 21 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Conto: "A noite em que Marilyn Manson encontrou o Empalador de Araçoiaba" - parte 1
O avião havia atravessado o Oceano Atlântico de Lula entre os Estados Unidos e as Ilhas Galápagos, na direção do Aeroporto de Cumbuca, interior paulista, ou seja, no interior de São Paulo - isso, lá onde tem toda aquela caipirada idiota mesmo.Na última poltrona da primeira classe ( esse vôo ainda tinha primeira classe ), estava uma figura misteriosa e sinistra, que emanava uma aura de desodorante francês misturado a uma leve fragrância de papoulas frescas.
Talvez as papoulas não fossem assim tão frescas, já que eram sensivelmente papoulas do Afeganistão, haviam sofrido muito para a pouca idade e tal, mas enfim, eram papoulas e tudo bem, vai que é tua, Ronaldinho...aquele homem alto de terno bege claro e chapéu panamá impressionava pela sua altura, embora o rosto não fosse visível escondido atrás das páginas do "Zidóitschesvaiken" ( aquele jornal alemão que falam no Bom Dia Brasil, o único que conheço, aliás ), que curiosamente estava com as páginas viradas de cabeça para baixo.
Na poltrona ao lado daquele homem estranho, repousava uma boneca mecatrônica, feita para se parecer com Dita Von Tease, vestida feminina e discretamente, que lançava lânguidos olhares lésbicos pré-programados para os tornozelos das aeromoças, como a dizer inconscientemente "meu negócio é mulher, não tenho nada a ver com esse palhaço, não sou namorada dele, não sou mulher dele, não sou amante dele, sou filha dele e ele me abusa desde os seis anos praticando coisas comigo mas eu nunca me envolvi emocionalmente, não! Eu não sou louca! Quer ver a minha bcta. que linda????!!!"
Sim, aquela boneca mecatrônica fora minuciosamente programada para sugerir a presença de uma louca mansa exibicionista profissional, distraindo os passageiros do avião com sua presença explicitamente psico-neurótica erótica e suas pernas fabulosas enquanto Marilyn Manson, na verdade um agente contratado temporariamente por 3 meses com possibilidade de efetivação pelo MI-6, o conhecido de todos Serviço Secreto Britânico, escaneava o avião visualmente, procurando indícios de armas nucleares no jato da Compania Aérea RPC ( República Popular da China ), e também do homem mais perigoso e procurado do planeta Terra, talvez de todo o sistema solar: o terrível, o asqueroso, o insofismável ( não sei o que significa isso mas soa bem ), o fedorento e insuportável Empalador de Araçoiaba.
Havia indícios de que essa repugnante criatura, o Empalador estaria voltando do Oriente Médio onde fora estabelecer laços com a Al Qaeda de Bin Laden, o Eixo do Mal de George Bush e com o próprio George Bush, que era na verdade o "recheio da esfiha"
Não sei se você sabe, a palavra alemã füher vem de esfiha, que se pronuncia ex-füher quando você é office-boy no centro de São Paulo e entra numa pastelaria você pede duas es-fü-iha, que se pronuncia ex-füher quase com sotaque alemão, então o chinês todo simpático e alegrinho pergunta "dois Füher ?", e você responde: "não, não, um Füher só, mas eu quero duas esfiha", enfim, você entendeu, né? Vamos continuar a história:
Também havia indícios de que o empalador se fazia passar por um diplomata ou magnata russo e de que havia tomado algumas doses de vodka antes de embarcar no avião, pois não se sentia cheiro de nada e ele realmente parecia não estar ali, e realmente não estava, exatamente como todo bom russo, porque em geral eles realmente não estão nem aí com nada mesmo.
Manson chegou a conclusão de que o Empalador havia notado sua presença quando o seu celular com a musiquinha "tem pobre ligando prá mim" tocara no celular pré-pago fornecido pelo MI-6, que também era um rastreador de dna alimentado com os dados de seu alvo recolhidos em um teclado de computador, num cyber-café pornô em Amsterdã.
O Empalador era esperto. Muito esperto. Logo que percebera o toque de celular suburbano, havia descido do avião um ponto antes, em uma escala na Argentina, se dirigido até o banheiro e dado descarga em si mesmo.
Sabia que se auto-descargasse em Boi nos Ares, iria escorregando junto com dejetos por milhares de metros de tubulação clandestina de esgoto, desviaria por um ramal em Cidade do Leste, no Paraguay, atravessaria a "Ponte da Amizade", tomaria café da manhã em Naviraí (Mato Grosso )
e acabaria despencando de uma tubulação diretamente no Rio Tietê, junto com toneladas de maconha que seriam recolhidas por traficantes, e também com os montes de merdas que figuram nos livros de Cassandra Rios.

Enquanto Marilyn Manson subestimara o viadismo psicopático do Empalador, e o procurava no ar, o monstro se divertia deslizando pelos esgotos de três países como num tobogã de merda sem fim...
Ao ser despejado no rio Tietê de terno e gravata carregando uma pasta com dois pacotes de açúcar marrom, presente de seus contatos da Al-Qaeda, o Empalador tratou de nadar por baixo da água e sujeira do rio, escapando dos rádio-scanners portáteis dos traficantes high-tech, que recolhiam sua mercadoria em forma de tijolos e pacotes com rótulos "Da Boa", "Diamba" e "Paraguaia Carioca".
Indo em direção à margem contrária, respirava oxigênio com um bocal de emergência projetado pela Nasa e usado pelos astronautas em seu treinamento, que ele adquirira numa banca de jornal no aeroporto de Boi nos Ares.
No caminho encontrou o personagem Jason, que estava preso a uma laje de cimento por uma corrente de duas polegadas, desde o último filme, esperando o próximo lançamento do ano que vem.
Jason estava usando a mesma máscara de hóckey que o consagrara nas telas do mundo todo, o mesmo facão, o mesmo casaco e agora também uma camiseta do São Paulo Futebol Clube.
O Empalador cumprimentou: "Falaí, Jason! Tudo em cima?"
Jason, numa de suas raras frases respondeu: "Ô, qualé? Como é que poode estar tuuudo em cima se e-e-eu estou a-aqui no fu-fu-fundo do rio Ti-ti-etê preso na po-porra desta laje po-por uma co-co-corrente de âncora? Vai te catar, meu, será que-que vo-cê-cê não se manca, pô-pô???!!!"

Jason era gago. Por isso nunca falava nada nos filmes. Por isso só matava, devido aos sentimentos de rejeição que desenvolvera na infância, por causa da zombaria das outras crianças. Pobre Jason. A sua situação agora, preso no fundo do rio Tietê a uma laje de cimento, apenas refletia o estado real da sua alma. Era uma alma presa a um sentimento de dor, como a uma dramática corrente da qual ele não conseguia se livrar. E se conseguisse se livrar, sairia de um rio de merda apenas para voltar a fazer mais merda, como em todos os outros filmes da série.
O Empalador então ignorou-o, e tratou de alcançar logo a margem, pois o filtro de seu bucal respirador da Nasa já estava ficando entupido.
Enquanto isso, Marilyn Manson inalava o ar lenta e profundamente, preparando-se para o desembarque em Cumbuca, pois já divisava pela janelinha do avião a pista de pouso do aeroporto.
Manson sentia um tipo de eletricidade correr pela superfície da pele.
Logo percebeu que era um fio solto na bateria de lítio do seu terno dotado de nanotecnologia.
Fez um pequeno ajuste com um pedaço de fita crepe e apertou um botão. O traje social mudou de cor, de bege para um bordô cheguei e totalmente terceiro sexo.
Mais um botão e a boneca mecatrônica de Dita von Tease se contorceu e se transformou numa velhinha de 80 anos com um nariz verruguento enorme, carregando uma cesta de maçãs.
A boneca teria de ser abandonada antes de se auto-destruir, pois trazia todos os dados do MI-6 relativos a missão de Manson em Araçoiaba, na busca do Empalador.
Todos os dados, mapas e sua ficha completa haviam sido transferidos para uma pen-drive em forma de genitália feminina, que Manson prendeu magnéticamente a um brinco na orelha esquerda.
A boneca estava agora programada para parecer uma velha surda, e enquanto as aeromoças se ocupavam em tentar tirá-la do avião, ele já estava longe, dentro de um táxi amarelo de Nova York especialmente providenciado pelo conhecido serviço secreto inglês, para levá-lo discretamente e dentro do horário até Araçoiaba.
Onde por algum motivo se suspeitava que o Empalador de Araçoiaba seria encontrado.

O detalhe é que o motorista do taxi também parecia uma espécie de andróide.
Manson percebeu isso logo, pois ele não olhava dos lados, estava rígido e apenas dirigia mecanicamente mantendo sempre a mesma velocidade de 120 km horários em quarta marcha.
Manson tocou levemente em seu pescoço. Frio como o aço inoxidável mais frio.
"Stop the car, stop the car, please!", ele gritou forçando um sotaque inglês e autoritário de país que havia mandado da Índia até a China. Mas não adiantou.
O motorista do táxi apenas arreganhou a boca num sorriso satânico, esbugalhou os olhos envoltos em manchas roxas, e colocando uma enorme língua pútrida para fora da boca girou totalmente o pescoço numa rotação de 360 graus várias vezes, enquanto ria horrivelmente aquela risada de frequentador de boteco da favela, depois que assiste filme de bandoleiro mexicano e enche o cú de pimenta vermelha com caipirinha.
Manson compreendeu então que não se tratava de um andróide programado pelo MI-6, mas sim um exú da macumba que se aproveitara de uma distração do motorista-robô para se apropriar do táxi, como num encosto clássico.
O exú havia apertado o botão do piloto automático por engano, quando distraídamente limpava uma poeirinha do painel, e o taxi amarelo fizera o caminho do aeroporto sózinho.
Manson tentava raciocinar e manter a calma. Sabia que o táxi o levaria até seu destino no centro de Araçoiaba, onde continuaria a investigação. Apenas havia de ter saco para aguentar a risadeira satãnica do exú, enquanto o automóvel seguia sozinho, baseado na sua eletrônica de última geração e sensores espalhados pela carroceria.
O taxi amarelo nova-iorquino voava pela rodovia Raposo Tavares, os computadores de bordo otimizando seu desempenho e distribuindo a energia por seus quatro motores iônicos. A rapidez de processamento permitia que o carro seguisse numa trajetória de curva-reta a mais de 300 km por hora em quinta marcha, uma vez que o exú havia tirado as mãos do volante por mais de 60 segundos. Ele havia encontrado alguns DVDs da revista Sexy denominados "A Festa das Bonecas" e "Transexual Screw-nut" e estava assistindo no DVD, digamos...ããã...enquanto se divertia.
Apesar de ouvir os gritos de outros motoristas e dos caminhoneiros quando eram ultrapassados em tão alta velocidade, coisas como "fia-da-putaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!", "viadoooooooooooo", "lazarentoooooooooo"...Manson mantinha a seriedade e auto-controle desenvolvidos por seus antepassados europeus ante séculos de auto-convencimento da própria superioridade em relação aos outros grupos humanos habitantes do planeta.
Sequer transpirava, então, aguardando chegar ao destino, que se tornava cada vez mais próximo.
Chegaram a um trecho da estrada que estava quase vazio. Agora apenas o vento zunia numa fresta da janela, enquanto o piloto automático computadorizado do carro selecionava o modo turbo e num tranco, a velocidade mudava de 300 para 450 km horários.
O exú acabou de assistir o seu filme pornô-gay e, com um toque na tela touch-screen alterou o modo para TV.
Passava o noticiário de um canal via satélite, um daqueles jornais especializados em crime que fazem escorrer sangue pelo cristal líquido.
O noticiário ficava horas focalizado em barbaridades cometidas por assassinos de todo naipe: pedófilos, psicopatas, esquartejadores, maridos traídos, traficantes, playboyzinhos voltando da balada muito loucos, que estrangulavam ou matavam as meninas a pedradas para praticar sodomia e iam as abandonando nuas pelos matagais...
Repetia e repetia por horas a mesma notícia, descrevia com detalhes as cenas de horror e exibia corpos retalhados banhados em sangue, não sem antes advertir que pessoas sensíveis não deveriam assistir "as cenas a seguir", pois "eram impróprias para pessoas idosas e com problemas cardíacos", e para "tirar as crianças da sala".
Claro que isso não adiantava nada, aí é que as crianças e a vovó com as pipocas juntavam na sala mesmo e ficavam comentando: "olha lá a cabeça do cara rolando!" , "nossa, olha onde foi parar o pé dele", "putz, cortou ela no meio!"...
O noticiário "torce que sai sangue" fazia horas que estava exibindo as barbaridades que um indivíduo conhecido como Empalador de Araçoiaba aprontava na região desde há seis meses.
Nem é preciso dizer que as cenas dos corpos de suas vítimas empaladas, esquartejadas e parcialmente devoradas eram por demais chocantes.
O exú se virou para Manson e perguntou com sua voz rouca, que parecia sair de um moedor de cana engripado: "E aí, dotô, quer que mude de canal ou deixa aí mesmo?"
Manson respondeu, com um forte sotaque: "I gostaria de ver este reportagem até o fim. O Empalador me parece um personagem deveras simpátiqueixan e inclusive gostaria de conhecê-lo..."
O exú não suspeitava de nada. Afirmou: "Ah! O Empalador é fácil de encontrar. Ele está na folha de pagamento do deputado Arnaldolíno Canhoba, o mesmo que comanda esse jornal sobre crimes no canal via satélite. É encontrar o deputado e encontrar o Empalador. Já ouvi um papo de que eles são sócios meio-a-meio na grana dos anunciantes. Eu particularmente não gosto desse tipo de programa, que só aparece desgraça - mas a audiência no país inteiro é enorme...."
Finalmente o exú se mostrava um bom camarada, ou melhor, um bom morto-vivo, um morto-vivo boa praça, disposto a entabular uma conversa e, melhor, fornecer informações preciosas que desvendassem o esconderijo do Empalador.
Manson dissimulou seu interesse e deu continuidade ao diálogo, com o fim de arrancar mais detalhes da história: "Oh! Esse televiseixan ser assim mesmo. Os programas só mostrar coisas ruins e deixar quem assiste de miolo mole. Depois entrar os comerciais prometer paraíso e as trouxas comprar tudo que aparece, para satisfazer a ansiedade provocada pelos programas cheios de desgraceixan. Muita televisão deixa a pessoa idioteixan."
Assim que os crimes horripilantes do Empalador pararam de desfilar na tela, depois de 2 horas ininterruptas, o exú desligou a TV do painel, e não foi possível arrancar mais nenhuma informação preciosa dele.
Porém, um nome já estava registrado no prendedor de gravata-gravador de Manson: deputado Arnaldolino Canhoba.
Seria o primeiro alvo da investigação, assim que o agente chegasse a Araçoiaba.
"continua..."
domingo, 15 de novembro de 2009
Telefone pode ser plantado e brota de verdade

Pesquisadores da Universidade de Warwick, Inglaterra, em colaboração as empresas PVAXX e Motorola, criaram um telefone celular que, quando descartado, pode ser simplesmente plantado. Além de ser biodegradável, uma planta nasce de verdade.
O Dr. Kerry Kirwan utilizou materiais biodegradáveis de última geração, fornecidos pela PVAXX, para criar uma capa de telefone celular que contém, em seu interior uma semente.
A semente fica em dormência durante o período durante o período de uso normal do telefone. quando ele é descartado, a capa pode ser colocada em um vaso e se degrada rapidamente, deixando livre a semente, que então germina um lindo girasol.
Eu conheço uma certa planta, que se a fábrica colocar num telefone desse a semente, não sei se vai resolver o problema ecológico do planeta...mas sem dúvida vai vender muito mesmo.
O único problema: vai ter afobadinho querendo de cara já fumar o telefone...
Camera digital que funciona sem baterias...

Achei interessante o design dessa câmera de fabricação japonesa. Veja que simples, você enquadra o campo a ser fotografado nesse círculo central e clica, pronto.
Piratas de plantão...ah! porque...
A câmera "Twin N Take" tem 3 megapixels de resolução e não usa baterias.
Funciona com um dínamo, tipo aquelas lanternas que você dá umas balançadinhas para carregar...
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Bicicleta elétrica tem bateria que carrega nas descidas

A empresa Sanyo, do Japão fabrica uma bicicleta elétrica, com bateria considerada mais eficiente que a de modelos anteriores.
Uma das novidades do produto é a função que carrega a bateria quando o usuário encara descidas ou quando usa o breque. Muito engenhoso...
É a Eneloop Bike.
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O carro voador de 1956

Este automóvel voador é provavelmente o único verdadeiro transformer existente: o Aerocarro, uma máquina que voa de verdade e pode ser legalmente pilotada numa estrada.
Construído por Moulthon B. Taylor em 1956 e movido por um otor Lycoming de 160 HP, o veículo só precisa ter acoplados as asas dobráveis, a cauda e a hélice para explorar os céus a 265 km/h.
O Aerocarro é o único carro que também é um aeroplano inteiramente habilitado pela FAA.
Este daí tem o registro FAA número N103D e aparentemente ainda está em condições funcionais após 1103 horas de vôo.
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domingo, 8 de novembro de 2009
Os milagres jansenistas

Uma das mais surpreendentes manifestações de psicocinese e uma das mais notáveis demonstrações de eventos milagrosos já registrados, aconteceram em Paris na primeira metade do século 18.
Os eventos centraram-se em torno de uma seita puritana de católicos de influência holandesa conhecida como os jansenistas e foram precipitados pela morte de um diácono jansenista, santo e venerado chamado François de Paris.Embora poucas pessoas vivas hoje tenham ouvido falar dos milagres jansenistas, eles foram um dos eventos mais falados na Europa na maior parte do século.Para entende completamente os milagres jansenistas é necessário saber um pouco sobre os eventos históricos que precederam a morte de François de Paris.
Muitas das crenças divergiam nitidamente da doutrina padrão da igreja mas era um movimento popular e rapidamente ganhou seguidores entre a população francesa. O mais condenado de todos os movimentos religiosos era visto tanto pelo papado como pelo rei Luís XV como um protestantismo apenas mascarado de catolicismo.
Como resultado, tanto a igreja como o rei manobravam constantemente para minar o poder do movimento. Um obstáculo a essas manobras, e um dos fatores que contribuiu para a popularidade do movimento, foi que o líderes do jansenismo pareciam especialmente capacitados na realização de curas milagrosas.
Entretanto, a igreja e a monarquia persistiram, fazendo furiosos debates para desacreditá-los.Foi em 1° de maio de 1727, no auge desta luta de poder, que François de Paris morreu e foi enterrado num cemitério da paróquia de Saint-Médard, em Paris.Por causa da reputação de santidade do abade Paris, adoradores começaram a se reunir em seu túmulo e desde o começo muitas curas milagrosas foram relatadas.As doenças assim curadas incluíam tumores cancerosos, paralisias, surdez, artrites, reumatismo, feridas ulcerosas, febres persistentes, hemorragias prolongadas e cegueira.
Mas isso não era tudo. Os lamentadores também começavam a experimentar estranhos espasmos ou convulsões involuntários e a sofrer das mais espantosas contorções dos membros.Esta doenças repentinas se mostravam rapidamente contagiosas, espalhando-se como um ataque de surpresa, até que as ruas ficavam abarrotadas de homens, mulheres e crianças, todos se contorcendo e se debatendo como que tomados por um encantamento surrealista.
Foi enquanto estavam neste estado espasmódico parecido com o transe que os "convulsionários", como vieram a ser chamados, demonstravam o mais extraordinário de seus talentos. Um era a capacidade de suportar sem dor uma variedade quase inimaginável de torturas físicas. Estas incluíam açoitamentos violentos, pancadas tanto de objetos pesados como pontiagudos e
estrangulamento - todos sem nenhum sinal de ferimento ou mesmo o mais leve traço de machucados ou contusões.
O que faz estes eventos milagrosos tão únicos é que eram testemunhados literalmente por milhares de observadores.
As reuniões enfurecidas em voltado túmulo do Abade Paris não eram efêmeras de maneira nenhuma. O cemitério e as ruas dos arredores ficaram apinhadas dia e noite durante anos, e até duas décadas depois os milagres ainda estavam sendo relatados ( para dar a idéia da imensidão dos fenômenos, em 1733 mencionou-se que cerca de 3.000 voluntários eram necessários simplesmente para assistir os convulsionários e garantir, por exemplo, que as mulheres participantes não fossem abusadas durante o transe ).
Como resultado, as habilidades supranormais dos convulsionários vieram a ser uma célebre causa internacional e milhares de pessoas chegavam pra vê-los, inclusive indivíduos provenientes de todos níveis de governo, religião e educacional; numerosos relatos, tanto oficiais como não oficiais, dos milagres presenciados estão registrados nos documentos da época.
Além disso, muitas testemunhas, tais como os investigadores provenientes da Igreja Católica Romana, tinham investido interesse em desacreditar os milagres dos jansenistas, mas ainda partiam confirmando-os ( a igreja Católica mais tarde tentou abafar o sucesso dos "concorrentes" admitindo que os milagres existiam mas eram obra do demônio, sugerindo assim que os jansenistas eram pervertidos ).
Um investigador, membro do Parlamento de paris chamado Louis-Basile Carre de Montgeron, testemunhou milagres suficientes para encher quatro grossos volumes sobre o assunto, que publicou em 1737 sob o título de A Verdade dos Milagres.
Na obra, ele fornecia inúmeros exemplos da aparente invulnerabilidade dos convulsionários à tortura.
Em um exemplo, uma convulsionária de 20 anos chamada Jeanne Maulet se inclinava contra uma parede de pedra enquanto um voluntário da multidão, "um homem muito forte", desferia cem pancadas em seu abdome com um martelo de 13 quilos (os próprios convulsionários pediam para serem torturados porque diziam que isso os aliviava da tormentosa dor das convulsões).
Para testar a força das pancadas, o próprio Montgeron pegou o martelo e experimentou sobre a parede de pedra na qual a moça estava encostada. Ele escreveu: "Na vigésima quinta pancada a pedra sobre a qual bati, abalada pelas tentativas anteriores, de repente ficou frouxa e caiu do outro lado da parede, fazendo uma abertura de mais de 15 centímetros."
Montgeron descreve um outro exemplo no qual uma convulsionária se curvou para trás num arco, de forma que a parte de baixo de suas costas ficou apoiada na "ponta de uma pequena estaca". Ela então pediu que uma pedra de 22 quilos atada a uma corda fosse levantada numa "altura máxima" e que a deixassem cair com todo o peso sobre seu abdomen.
A pedra foi levantada e a deixaram cair repetidas vezes, mas a mulher parecia completamente impassível a isso. Ela conservou sem esforço a sua complicada posição, não sofrendo nenhuma dor ou ferimento, e saiu da provação sem nada além de uma marca sobre a pele das costas.
Montgeron observou que quando a provação estava acontecendo, ela permanecia gritando: "Bate mais forte, mais forte!"
De fato, parece que nada podia machucar os convulsionários. Eles não podiam ser feridos pelas pancadas das barras de metal, correntes ou vigas. Os mais fortes dos homens não podiam estrangulá-los. Alguns eram crucificados e mais tarde não mostravam nenhum sinal de ferimentos. Mais estonteante de tudo, eles não podiam nem mesmo ser cortados ou perfurados com facas, espadas ou machados!
Montgeron cita um incidente no qual a ponta afiada de uma verruma de ferro foi posta contra o abdome de uma convulsionária e então martelada com uma martelo de forma tão violenta que parecia "que ia penetrar através da espinha e romper todas as entranhas".
Mas isso não aconteceu, e a convulsionária mantinha uma "expressão de perfeito êxtase", chorando: "Oh, isto me faz bem! Coragem, irmão, bata duas vezes mais forte, se puder!"
A invulnerabilidade não era o único talento que os jansenistas demonstravam durante seus ataques repentinos.
Alguns se tornavam clarividentes e eram capazes de "perceber coisas ocultas". Outros podiam ler, mesmo quando seus olhos estavam fechados e vendados de forma apertada e exemplos de levitação foram relatados.
Um dos levitadores, um abade chamado Bescherand de Montpellier, foi tão "violentamente suspenso no ar" durante suas convulsões, que mesmo quando as testemunhas tentavam abaixá-los não conseguiam impedi-lo de subir acima do chão.
Embora tenhamos todos esquecido os milagres dos jansenistas hoje em dia, eles estavam longe de serem ignorados pelos intelectuais da época. A sobrinha do matemático e filósofo Pascal obteve sucesso fazendo desaparecer uma grave úlcera no olho em horas como resultado do milagre de um jansenista.
Quando o rei Luís XV tentou sem sucesso deter os convulsionários fechando o cemitério de Saint-Médard, Voltaire zombou: "Deus foi impedido, por ordem do rei, de operar milagre ali".
E em seus Ensaios Filosóficos o filósofo escocês David Hume escreveu: "Certamente nunca houve um número tão grande de milagres atribuídos a uma pessoa quanto aqueles que, posteriormente se disse, foram feitos na França sobre o túmulo do Abade Paris. Muitos dos milagres foram imediatamente demonstrados no lugar, diante de juízes de inquestionável crédito e distinção..."
Um investigador, membro do Parlamento de paris chamado Louis-Basile Carre de Montgeron, testemunhou milagres suficientes para encher quatro grossos volumes sobre o assunto, que publicou em 1737 sob o título de A Verdade dos Milagres.
Na obra, ele fornecia inúmeros exemplos da aparente invulnerabilidade dos convulsionários à tortura.
Em um exemplo, uma convulsionária de 20 anos chamada Jeanne Maulet se inclinava contra uma parede de pedra enquanto um voluntário da multidão, "um homem muito forte", desferia cem pancadas em seu abdome com um martelo de 13 quilos (os próprios convulsionários pediam para serem torturados porque diziam que isso os aliviava da tormentosa dor das convulsões).
Para testar a força das pancadas, o próprio Montgeron pegou o martelo e experimentou sobre a parede de pedra na qual a moça estava encostada. Ele escreveu: "Na vigésima quinta pancada a pedra sobre a qual bati, abalada pelas tentativas anteriores, de repente ficou frouxa e caiu do outro lado da parede, fazendo uma abertura de mais de 15 centímetros."
Montgeron descreve um outro exemplo no qual uma convulsionária se curvou para trás num arco, de forma que a parte de baixo de suas costas ficou apoiada na "ponta de uma pequena estaca". Ela então pediu que uma pedra de 22 quilos atada a uma corda fosse levantada numa "altura máxima" e que a deixassem cair com todo o peso sobre seu abdomen.
A pedra foi levantada e a deixaram cair repetidas vezes, mas a mulher parecia completamente impassível a isso. Ela conservou sem esforço a sua complicada posição, não sofrendo nenhuma dor ou ferimento, e saiu da provação sem nada além de uma marca sobre a pele das costas.
Montgeron observou que quando a provação estava acontecendo, ela permanecia gritando: "Bate mais forte, mais forte!"
De fato, parece que nada podia machucar os convulsionários. Eles não podiam ser feridos pelas pancadas das barras de metal, correntes ou vigas. Os mais fortes dos homens não podiam estrangulá-los. Alguns eram crucificados e mais tarde não mostravam nenhum sinal de ferimentos. Mais estonteante de tudo, eles não podiam nem mesmo ser cortados ou perfurados com facas, espadas ou machados!
Montgeron cita um incidente no qual a ponta afiada de uma verruma de ferro foi posta contra o abdome de uma convulsionária e então martelada com uma martelo de forma tão violenta que parecia "que ia penetrar através da espinha e romper todas as entranhas".
Mas isso não aconteceu, e a convulsionária mantinha uma "expressão de perfeito êxtase", chorando: "Oh, isto me faz bem! Coragem, irmão, bata duas vezes mais forte, se puder!"
A invulnerabilidade não era o único talento que os jansenistas demonstravam durante seus ataques repentinos.
Alguns se tornavam clarividentes e eram capazes de "perceber coisas ocultas". Outros podiam ler, mesmo quando seus olhos estavam fechados e vendados de forma apertada e exemplos de levitação foram relatados.
Um dos levitadores, um abade chamado Bescherand de Montpellier, foi tão "violentamente suspenso no ar" durante suas convulsões, que mesmo quando as testemunhas tentavam abaixá-los não conseguiam impedi-lo de subir acima do chão.
Embora tenhamos todos esquecido os milagres dos jansenistas hoje em dia, eles estavam longe de serem ignorados pelos intelectuais da época. A sobrinha do matemático e filósofo Pascal obteve sucesso fazendo desaparecer uma grave úlcera no olho em horas como resultado do milagre de um jansenista.
Quando o rei Luís XV tentou sem sucesso deter os convulsionários fechando o cemitério de Saint-Médard, Voltaire zombou: "Deus foi impedido, por ordem do rei, de operar milagre ali".
E em seus Ensaios Filosóficos o filósofo escocês David Hume escreveu: "Certamente nunca houve um número tão grande de milagres atribuídos a uma pessoa quanto aqueles que, posteriormente se disse, foram feitos na França sobre o túmulo do Abade Paris. Muitos dos milagres foram imediatamente demonstrados no lugar, diante de juízes de inquestionável crédito e distinção..."
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Novas mensagens do espaço
O primeiro agroglifo ( marca na plantação supostamente deixada por disco voador, UFO ) do Brasil em que formas geométricas apareceram claramente, e não apenas círculos, dá o ar da graça. Veja você mesmo, foi em Ipuaçu, Santa Catarina.


Quase um ano depois do surgimento dos primeiros agroglifos brasileiros encontrados em Ipuaçu, Santa Catarina, novos sinais em plantações de trigo voltam a aparecer no município.
Este ano o agroglifo não possui apenas a forma básica circular, pelo contrário, abusou nas formas e simetria.
A forma do sinal remete a uma lança, possui formas intrigantes com medidas exatas.
"O que chama mais atenção é a perfeição dessa marca, as formas exatas...Na parte de trás, tem a formação de um círculo. Metade amassado, que forma um caracol, sempre no sentido horário, e metade dessa círculo ficou com a plantação do trigo em pé, e depois aquela formação aberta que vai se fechando", explica o ufólogo Luis Dohl.
De ponta a ponta, o sinal possui 44 metros, e as medidas dos lados dos símbolos são exatas. Dohl diz que este agroglifo é comparável com os que encontramos na Inglaterra e pelo mundo inteiro, com formas e variações cada vez mais aperfeiçoadas.
Será que a arca com aqual eu sonhei (veja o post anterior Binaurais sons que...) e que descia deslizando de uma montanha, abrindo caminho pela vegetação e pelas árvores seria uma percepção inconsciente dessa visita extraterreste?
Isso de extraterrestres sempre foi do meu interesse e talvez minha mente tenha captado sua presença, de alguma forma.
A voz me falou do número 12644...e nas medidas dessa "arca ET", ou disco voador ou nave o número 44 está lá, o 6 também, e até o 80 ( era o número que o "determinado senhor" usava em tudo: 12-00-80-60-44 ).
Sonhei com todos esses números, eu contei isso num post anterior.
Estou começando a me impressionar com esse negócio de sonhar números que tem a ver com tudo, inclusive com as medidas de UFOs!
Existe gente que acha chato esse negócio de contar sonho, e que isso não interessa para ninguém. Mas quando os sonhos começam a fazer sentidos estranhos?
Na noite de 2 para 3 de novembro sonhei com surf, e que eu me tornara surfista e morava numa barraquinha de madeira em frente a uma praia, havia pintado o cabelo de louro e passado parafina, e carregava uma bela prancha amarela com desenhos tribais vermelhos. Estava com o corpo malhado, bronzeado, sorridente...
O sonho acabou, acordei, liguei a televisão para ver o jornal da manhã ainda sem sair da cama.
A notícia que estava passando aquela hora: um surfista havia se afogado numa praia.
Ele não sabia nadar e fora puxado por uma correnteza submarina. Estava sendo mostrada a praia, a namoradinha do rapaz contando a história. Que coisa.
E eu havia sonhado com surf e surfista pouco antes de despertar. E até que eu mesmo era surfista, graças a Deus um surfista vivo, how...
Pela lógica sou levado a crer que, quando uma nave ET visita os céus do planeta a energia é tão intensa que alguns humanos captam sua presença, embora por meio de sonhos e símbolos do inconsciente, ou números matemáticos...pois é, parece que é isso aí.


Quase um ano depois do surgimento dos primeiros agroglifos brasileiros encontrados em Ipuaçu, Santa Catarina, novos sinais em plantações de trigo voltam a aparecer no município.Este ano o agroglifo não possui apenas a forma básica circular, pelo contrário, abusou nas formas e simetria.
A forma do sinal remete a uma lança, possui formas intrigantes com medidas exatas.
"O que chama mais atenção é a perfeição dessa marca, as formas exatas...Na parte de trás, tem a formação de um círculo. Metade amassado, que forma um caracol, sempre no sentido horário, e metade dessa círculo ficou com a plantação do trigo em pé, e depois aquela formação aberta que vai se fechando", explica o ufólogo Luis Dohl.
De ponta a ponta, o sinal possui 44 metros, e as medidas dos lados dos símbolos são exatas. Dohl diz que este agroglifo é comparável com os que encontramos na Inglaterra e pelo mundo inteiro, com formas e variações cada vez mais aperfeiçoadas.
Será que a arca com aqual eu sonhei (veja o post anterior Binaurais sons que...) e que descia deslizando de uma montanha, abrindo caminho pela vegetação e pelas árvores seria uma percepção inconsciente dessa visita extraterreste?Isso de extraterrestres sempre foi do meu interesse e talvez minha mente tenha captado sua presença, de alguma forma.
A voz me falou do número 12644...e nas medidas dessa "arca ET", ou disco voador ou nave o número 44 está lá, o 6 também, e até o 80 ( era o número que o "determinado senhor" usava em tudo: 12-00-80-60-44 ).

Sonhei com todos esses números, eu contei isso num post anterior.
Estou começando a me impressionar com esse negócio de sonhar números que tem a ver com tudo, inclusive com as medidas de UFOs!
Existe gente que acha chato esse negócio de contar sonho, e que isso não interessa para ninguém. Mas quando os sonhos começam a fazer sentidos estranhos?
Na noite de 2 para 3 de novembro sonhei com surf, e que eu me tornara surfista e morava numa barraquinha de madeira em frente a uma praia, havia pintado o cabelo de louro e passado parafina, e carregava uma bela prancha amarela com desenhos tribais vermelhos. Estava com o corpo malhado, bronzeado, sorridente...
O sonho acabou, acordei, liguei a televisão para ver o jornal da manhã ainda sem sair da cama.
A notícia que estava passando aquela hora: um surfista havia se afogado numa praia.
Ele não sabia nadar e fora puxado por uma correnteza submarina. Estava sendo mostrada a praia, a namoradinha do rapaz contando a história. Que coisa.
E eu havia sonhado com surf e surfista pouco antes de despertar. E até que eu mesmo era surfista, graças a Deus um surfista vivo, how...
Pela lógica sou levado a crer que, quando uma nave ET visita os céus do planeta a energia é tão intensa que alguns humanos captam sua presença, embora por meio de sonhos e símbolos do inconsciente, ou números matemáticos...pois é, parece que é isso aí.
domingo, 1 de novembro de 2009
Absinto, bebida dos magos: a fada verde.

Absinto é uma bebida fortemente alcoólica, à base de plantas, e que era apreciada pelos principais "cabeças" no final do século 19 - até que foi proibida, considerada um tipo de droga narco-alucinógena, pois sempre era consumida usando-se gotas de láudano (tintura de ópio), causando assim alucinações e imaginações mirabolantes.
Entre seus bebericadores e entusiastas famosos destacam-se Baudelaire, Van Gogh, Degas, Verlaine, Toulouse Lautrec, Heminghway, Marylin Manson, Pablo Picasso...

A fórmula: o principal ingrediente e princípio ativo do absinto é a erva Artemísia Absintho, também conhecida no Brasil por losna, erva-de-são-joão ou erva dos vermes.
Ela pode ser encontrada hoje em dia facilmente, em qualquer mata ou jardim, com certeza você conhece, faça uma comparação com a foto abaixo:
Outras ervas são adicionadas a mistura, como anis verde, anis estrelado, funcho, hissopo, angélica, melissa, e sementes de coentro ( na fórmula francesa ), e ainda hortelã e erva doce ( na fórmula suíça ), mas a principal e que realmente "dá o barato" alucinógeno da coisa é a Artemísia mesmo.As outras são apenas aromatizantes, para quebrar um pouco o amargor da losna.
Teoricamente, o absinto pode ser fabricado em casa artesanalmente, uma vez que encontrar losna no mato é mais fácil que encontrar capim.
Os outros ingredientes opcionais também são fáceis de se achar, ou podem ser comprados em casas de ervas, barraquinhas , etc...
Depois basta se diluir os ingredientes num bom álcool de cereais ou numa vodka de alto teor alcoólico, deixando o recipiente num lugar escuro por 15 dias (para soltar bem as essências).
Quanto maior a graduação do álcool é melhor, já que o absinto original possuía uma gradação de 50 a 80% só de alcool.
Aí você terá um preparado esverdeado, onde pode ser misturado um pouco de licor de anis para dar sabor, se você não tiver já adicionado antes o anis in natura.
Não será preciso misturar água, pois imediatamente ao beber absinto, se mistura água ou suco.
Também pode se comprar já engarrafado, pois foi liberado desde 2005 (alguns não contém artemísia, portanto são falsos), mas o preço não é popular, quer dizer, é bem caro mesmo.
Receitas para se tomar o absinto:
Antigamente o drink de absinto era tomado adicionando-se água sobre uma colher contendo um torrão de açúcar. A dose padrão era uma colher (sopa) de absinto puro.
Receita original (século XIX):
2 colheres pequenas de açúcar
1 dose de absinto
Em seguida despeje lentamente água mineral dentro do copo
Observe o efeito Louche (uma nuvem dentro do absinto)
este é um efeito lendário - e sutil.
Absinto Tropical
2 cubos de gelo
1 colher pequeníssima de açúcar
2 doses de absinto
complete com água de côco
O Absinto Tropical é bom para um fim de tarde,
assistindo ao por do sol
Absinto Cítrico
2 cubos de gelo
1/2 colher pequena de açúcar
1 dose de absinto
complete com suco de laranja puro
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quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Novo DJ Hugo Chaves faz remix com samplers nazistas!

Hoje de manhã vi/ouvi no noticiário da Globo, num comentário que extrapolou por parte da Miriam Leitão, que o Presidente-Imperador-Todo-Poderoso da Venezuela, Hugo Chaves está PERSEGUINDO JUDEUS naquele socialista (para não dizer sectarista-comunista) e tão benquisto (principalmente pelo Lula) país do petróleo.
Perseguindo judeus, cara? Sério? Será que é isso mesmo?
Estará o Hugo Chaves a provocar sériamente os americanos que apadrinham os judeus desde a o final da segunda guerra?
Será que os generais de Chaves vão acabar dizendo o mesmo que os generais japoneses (fictícios) dizem no filme Pearl Harbor:" talvez tenhamos errado ao despertar um gigante (?)"
Percebeu tarde, né, fôfo...
O que a Veja diz sobre isso num de seus últimos números:
"O presidente Hugo Chaves deu um largo passo em seu projeto de implantar uma ditadura fascista na Venezuela....aprovou uma reforma cujo objetivo foi equiparar as milícias de Chaves aos militares do país.
Esses arruaceiros fardados terão salário fixo, armamento e poder de destruição comparáveis aos do Exército regular.

A existência de uma tropa de choque é uma característica do fascismo. Adolf Hitler chegou a ter duas milícias distintas, as SA e SS - cujas ações incluíam maltratar os judeus, dispersar comícios esquerdistas e empastelar jornais.
A SS recebeu armamento pesado e se tornou executora dos abomináveis crimes do regime.
Na Venezuela, Hugo Chaves conta com mais de uma dúzia de grupos armados, os "coletivos".
Todos esses bandos serão reunidos numa só organização, a Milícia Bolivariana.

O efetivo previsto é de 1 milhão de milicianos - mas pode ser muito maior.
Nos manuais do PSUV, o partido criado para apoiar Chaves, a meta é montar 200.000 pelotões, com no mínimo vinte membros em cada um, o que somaria ao menos 4 milhões de pessoas.
Pela televisão, Chaves deu exemplos do armamento da milícia: a lista inclui morteiros, fuzis AK 47 de fabricação russa, lança-foguetes capazes de derrubar helicópteros e armas para franco-atiradores, de longo alcance e mira noturna.

Os milicianos bolivarianos poderão ainda dirigir veículos militares e exercer funções de inteligência (leia-se controle sobre os movimentos dos cidadãos, espionagem, X-9, dedo-duro, queima-rosquete)."
Estes grupos estão batendo em cima de todo tipo de coisa ou pessoa que represente uma mentalidade oposta a "doutrina bolivariana" de Hugo Chaves, isto inclui judeus, católicos, evangélicos, jornalistas, professores, estudantes, escolas, canais de televisão, emissoras de rádio etc...
Parece que os milicianos já invadiram algumas sinagogas, o ensino de hebraico nas escolas de judeus foi proibido e muitos já estão saido da Venezuela, indo para Miami ou Israel.
O que eu, um humilde observador neutro tenho para dizer disso:
Sinceramente, antes de existirem judeus, cristãos ou muçulmanos ou espíritas ou macumbeiros existem seres humanos.
Antes de perguntar a que grupo religioso ou descendência a pessoa pertence é natural ao ser humano de boa índole e educação correta procurar saber do que a pessoa precisa, ou se precisa apenas de amor...
O fato de terem sido os judeus antigamente donos das companias de navegação que comercializavam os escravos negros, não quer dizer nada...
Isso naquela época era normal, percebe?
Era o sistema de trabalho daquela época, a igreja aprovava, era de interesse dos reis que houvesse escravidão.
Até mesmo os povos brancos da Europa eram meio escravos, pois eram servos durante toda a vida na gleba de terra do senhor, se não dessem produção apanhavam e não tinham direitos nenhums, portanto os brancos europeus da idade média eram apenas escravos também, só o nome mudava, porque eram chamados de servos.Inclusive nos navios que traziam europeus brancos para trabalhar nas lavouras de café do Brasil o número de mortes era o mesmo dos navios negreiros, quer dizer, eram a mesma coisa que os escravos, só mudava a cor e a origem.
Se para os camponeses brancos não havia as correntes de ferro mas sim as correntes da religião e da igreja que exigia obediência e aterrorizava com o fogo do inferno ( portanto, um grilhão psicológico ).
Bem, voltando ao assunto dos judeus terem patrocinado a escravidão no Novo Mundo durante 400 anos e lucrado muito com isso, enfim, naquela época esse proceder era normal, era aceito e tal...
Não quer dizer que os judeus sejam perseguidos até hoje por serem eles mesmos todos uns racistas, que consideram as outras pessoas inferiores ( goyn ) e tem que tomar na gereba até largarem mão de ser trouxas! Longe de mim fazer tal observação!

Porem Hugo Chaves está certo preferindo instalar um regime de terror no país dele, do que ficar recebendo ordens aos gritos de algum encarregado mulato, dentro de uma fábrica dos infernos para lucro dos americanos que tem um sistema econômico controlado por judeus?
Eu não sei! Quem decide o próprio destino e da grande maioria dos venezuelanos é ele.
Veja bem que no caso de uma investida imperialista sempre quem tem que se ralar para dar produção e agradar os americanos de pedra acaba sendo o grosso do povão, a maioria, eu e tu, os que trabalham hoje para comer amanhã, e sequer sabem o que é Wall-Street.
Será que ele está certo ou está errado? Estou ouvindo aí três vivas para Chaves? Quem foi? Quem dá mais, quem dá mais?
Escravidão: crime do século:

O comércio de escravos estava nas mãos de judeus (retirado de Der Spiegel, 1998):
Não existe mais dúvidas de que o povo judeu foi o que cometeu este crime: eles tinham o monopólio, eles conservavam as condições comerciais, eles possuíam os navios, e era deles o lucro. Aqui não há mais nada a provar. tudo é conhecido. O último navio de escravos, o navio ORION, pertencia à companhia de navegação judaica Blumberg, de Hamburgo.
Parece ser injusto culpar aqui todo um povo pelo ato de alguns de seus membros. mesmo apesar do fato de alguns judeus terem sido protagonistas do genocídio contra os negros africanos.
A relação secreta entre negros e judeus

Em 1991, a comunidade religiosa norte-americana composta de cidadãos negros, The Nation of Islam, publicou um estudo sobre a atuação judaica no tráfico negreiro. A obra levou o título de The Secret Relationship Between Blacks and Jews e aparenta ser bem fundamentada e documentada- um trecho:
"No fundo dos inacessíveis contornos da historiografia judaica, encontra-se provas incontestáveis de que os mais importantes "bandeirantes" judeus ultrapassavam em dimensão bem maior do que outros grupos étnicos ou religiosos da história, o uso dos escravos africanos capturados, e que eles participavam em todos os aspectos do comércio internacional de escravos".
"A maioria das pessoas sempre supuseram que a relação entre negros e judeus fosse amigável e frutífera, um enriquecimento mútuo - dois povos sofridos que se uniram para superar com sucesso o ódio e fanatismo. Mas a história mostra algo bem diferente."
A participação judaica no tráfico de escravos africanos foi abordada pelo historiador brasileiro Gustavo Barroso em sua obra "A História Secreta do Brasil". No capítulo que trata sobre "O empório do açúcar", Barroso escreve "O açúcar começou a criar para o judaísmo negócio novo e lucrativo: o tráfico dos negros".
E segue com o capítulo intitulado "O tráfico de carne humana", onde já no primeiro parágrafo descreve a situação de exploração no Brasil:
"Florescia pois, o comércio de carne humana à medida que prosperava a indústria açucareira. O suor do negro cimentava a riqueza do segundo ciclo da colonização. Ligados, o comércio de escravos e a produção do açúcar, acabariam caracterizando toda a economia ultramarina."
E mais além, prossegue detalhando a situação econômica da época:
"No norte, os senhores de engenho viviam endividados, presos a usura (cobrança de juros) judaica. O judaísmo os manobrava e forçava a lançar mão do operário africano, que os negreiros, também enfeudados a Israel, iam buscar do outro lado do Oceano Atlântico.
Assim, desde os albores do ciclo do açúcar, começou o emprego da mão-de-obra negra.
O horror à atividade manual e a instituição do trabalho escravo, ambos caracterizadores das colonizações peninsulares, tiveram como primeiros impulsionadores os judeus de Portugal."
Praticamente a escravidão nas américas começou por influência de judeus, senão vejamos:
Segundo J. P. Ney, em seu artigo "O comércio escravo", com Colombo viajaram 5 marranos ( Luís de Torres, Marco Bernal, Alonso de la Calle, Gabriel Sanchez e Rodrigo Triana ).
Estes acompanhantes convenceram Colombo a trazer 500 índios como escravos na viagem de retorno à Espanha. Com isso iniciou-se o drama".
Ainda segundo este autor, o transporte dos negros como escravos para as Américas começou em 1520. Durante as décadas seguintes, o número de caçados e deportados chegou à cifra anual de até 50.000 pessoas, o que não deixou de ser um dos mais rentáveis negócios daquela época, talvez comparável aos rendimentos fáceis obtidos através da especulação nas bolsas de valores dos dias atuais.
E é justamente esta desmedida procura pelo lucro fácil que faz com que as pessoas tornem-se cegas, pois a deportação e o comércio de escravos não apresentaram outro motivo aparente. Os assassinos e coadjuvantes nem odiavam suas vítimas nem tão pouco havia motivação para vingança. Havia e há somente uma explicação lógica: a ganância pelo maior lucro.
Com um total de 150 milhões de mortos, o Holocausto Negro é com segurança o maior crime da história.
Os escravos nunca foram inimigos de alguém. Este genocídio também não era parte de uma guerra. Os escravos negros eram somente mercadorias.
A menina Anne Frank, escondida num sótão durante a Segunda Guerra escreve em seu diário: "as pessoas ( judeus ) estão sendo levadas para campos de trabalhos forçados...sem nenhuma condição....onde adoecem e morrem...fazem-nos pior que aos escravos antigamente..."
Pois é. Entrou por uma porta, saiu pela outra. Quem quiser que conte outra.
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